DicasDicas

APRENDENDO A PERDOAR A SI MESMO

Rosemeire Zago *

Se você vive apontando seu dedo indicador constantemente para seu próprio nariz, cuidado! A culpa varia de acordo com crenças e valores que cada um traz consigo desde a infância. E, que muitas vezes não corresponde mais aos valores e crenças atuais. Culpa, remorso, arrependimento, são inimigos constantes de algumas pessoas e traz junto a humilhação, vergonha, o medo e, a maior conseqüência, a autopunição.

Perdoar a si mesmo talvez seja um dos maiores desafios, pois está relacionado com a capacidade - e leia-se também dificuldade - que cada um tem de se amar e se aceitar. Para compensarem a rejeição sentida em algum momento de sua vida, passam o tempo todo tentando mostrar aos outros o quanto são úteis, importantes, como que para provarem para si próprias que são merecedoras da vida.

Por exemplo, as pessoas por não se sentirem amadas quando crianças e não acreditarem em si mesmas passam a ignorar os próprios sentimentos e recorrem à fuga pela comida, como forma de compensação e obtenção do prazer. Com isso, se culpam e como punição, engordam.

A comida passa a representar uma maneira de alimentar e preencher um vazio emocional. Ou seja, inconscientemente desviam a atenção dos problemas para a necessidade de emagrecer, os problemas continuam ou aumentam por não serem resolvidos e acabam consumindo mais calorias do que o corpo necessita, engordam, culpam-se, punem-se, criando assim, um círculo vicioso.

O perdão oferece saída para esse círculo vicioso, como uma escolha consciente de mudança. Será que a verdadeira causa está sendo considerada? Do contrário, tudo tende a piorar. Será que essa fome, esse vazio, não seria a necessidade, também inconsciente, de amor? É preciso perceber que a comida não será transformada em afeto, amor, mas apenas em gordura quando consumida de forma descontrolada. Por que não buscar outras fontes de prazer?

Para se livrar disso tudo faça uma lista com as coisas pelas quais você se culpa, daquilo que fez e não fez. Seja honesto consigo mesmo. Depois, pense sobre as motivações que o levaram a fazer certas escolhas, agir de determinada forma e, ao invés de se culpar, punir ou se castigar, comece a lembrar que muitas escolhas foram feitas porque era o melhor que se podia fazer naquele momento e que na verdade, tudo foi avaliado com valores da época e que nem sempre serão os mesmos neste momento. Nunca julgue situações passadas com valores do presente.

Perdoar a si mesmo exige uma completa honestidade e integridade para que se alcance a cura de tantos males, de tanta falta de amor-próprio. É um processo de reconhecer a verdade, assumir a responsabilidade pelo que fez, aprender com a experiência, reconhecer os sentimentos que motivaram determinados comportamentos, abrir seu coração para si mesmo, ouvir seus medos, curar certas feridas e isso você pode conseguir sendo amoroso e responsável consigo mesmo.

A verdadeira cura é fazer as pazes consigo mesmo. O poder curativo do perdão e do amor talvez seja o remédio mais poderoso que temos. E está nas mãos de cada um de nós. E você pode começar com você mesmo!

* Psicóloga clínica com abordagem junguiana. A base de seu trabalho é o resgate da auto-estima e do amor-próprio. Desenvolve o auto conhecimento e ministra palestras motivacionais.

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Fonte: Cyber Diet
 
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CRIATIVIDADE E AUTO-APREENSÃO

* Rui Santo

"A vida é um eco. Se você não gosta do que está recebendo, observe o que está emitindo."

Autor desconhecido Descobrir a diferença entre o que penso que “sou” e o que “estou” para os que nos rodeiam, contribui para ampliar nossa percepção, criatividade e autoconhecimento.

Quem eu estou?

Antes de responder, vamos perguntar aos outros?

"Estou" é transitório, pode ser modificado. "Sou" é mais difícil de ser flexibilizado.

Antes de perguntar, vamos nos flexibilizar para ouvir e transformar o que achamos que precisamos mudar para sair do "estar" em direção ao "ser" e vice-versa, se for o caso.

Dia desses conheci um engenheiro que foi "escalado" para trabalhar na "house" de publicidade da própria empresa.

Grande resistência. Por dois anos tentou mudar de departamento. Mas todos o viam como um profissional muito criativo...

A empresa, também muito resistente, pensa que lugar de criativos é só na publicidade, nas artes plásticas, literatura, humor...

Como não conseguiu mudar, foi "obrigado" a se adaptar, isto é, quando sua resistência cedeu, conseguiu enxergar em si mesmo o que todos viam nele, menos ele.

E finalmente me disse:

- "Agora, não quero sair desse setor. Descobri que meus melhores talentos estão em dar vazão a minha capacidade criativa."

A engenharia perdeu um profissional criativo e inovador; ganhou a publicidade.

Ao homem não são dadas facilidades para se enxergar. Não conseguimos enxergar aquilo que está mais fortemente e caracteristicamente a nossa frente; nosso próprio rosto que expressa nossas reações. Por isso precisamos do outro, das situações cara a cara, do parceiro íntimo, da socialização que nos ajude a nos enxergar.

Exceto o espelho da bruxa de Walt Disney, Madame Mim, nenhum outro enxerga o interno de cada um.

- Espelho, espelho meu, há alguém pior (e mais feia) do que eu...

Pesquisas indicam que os outros nos vêm de maneira bem diferente daquela que nos imaginamos "estar sendo".

Para saber quem você "está", pergunte aos seus colegas.

Nesse processo de comparação entre o que emite e o que os outros recebem, abre-se a possibilidade de auto-apreensão.

Encontrando discrepâncias entre o que pensamos que somos e o que estamos emitindo, podemos procurar caminhos criativos para nos tornar o que efetivamente desejamos.

Experimente abrir-se com seus colegas, saindo da cápsula que nós mesmos criamos para a nossa mente. Você pode encontrar muitas respostas para ganhar e nada a perder.

* Rui Santo é Engenheiro Sênior Internacional, professor de criatividade MBA/PECE/USP – Gestão e Engenharia de Produto, artista plástico, autor de várias técnicas de criatividade, consultor em criatividade e inovação, além de palestrante em empresas e eventos.

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Fonte: Jornal Carreira & Sucesso
 
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DIZEM QUE DESABAFAR FAZ BEM

* Flávia Lippi

Todo mundo já acordou um dia e pensou: "Chega, agora vou falar o que eu preciso!"

Pois é, desabafar não é bem isso; isso é o que chamamos normalmente de “chutar o balde”. Desabafar faz bem porque tem um outro propósito. O de unir, repensar, mudar hábitos e até fazer concessões.

Paranpara é uma tradição hindu de transmitir oralmente os ensinamentos. Os gurus são alguns destes contadores de histórias que tentamos ouvir e aprender.

Há pouco mais de 100 anos, Freud também desenvolveu uma espécie de Paranpara inaugurando a psicanálise e definitivamente oficializou o valor terapêutico de contar a própria história. Desabafar é a garantia da liberdade de expressão e a escuta por alguém de confiança.

“Quando se conta a própria história, ouve-se o eco das emoções, o que está no interior se expande. O que é realmente importante ganha forma e faz sentido. Você vê as coisas por ângulos que ainda não tinha percebido. Conecta os fatos com as emoções e aumenta a possibilidade de aceitar que a vida é um fluxo constante, que as coisas mudam a todo momento. Esses relatos nos remetem ao que é essencialmente humano: amar, nascer, morrer, querer, ganhar, perder”, diz Ciça Vicente de Azevedo, psicóloga e escritora de São Paulo.

No mundo moderno também temos formas virtuais e digitais de Paranpara. O ORKUT, site de relacionamento super badalado, é uma maneira de fazer uma descoberta sobre você mesmo quando tem que explicar ali quem é você e como gostaria de ser visto. Os Blogs são outro tipo ainda mais parecidos com os antigos diários e álbuns testemunhais que contam nossa trajetória.

Os livros de frases intitulados de auto-ajuda são também formas de aprendizado através de lições de vida, que mostram diferentes tipos de heróis e como superaram os obstáculos do caminho. “A palavra de ouro dos contos silenciam o cansaço e o círculo vicioso daquilo que nos acostumamos a chamar de vida”, diz Regina Machado, contadora de histórias da USP.

Desabafar nada mais é que contar nossa história com respeito e vontade de mudar. Portanto, pare de chutar o balde e desabafe devagar e com amor... Paranpara pra você...

* Flávia Lippi é jornalista, apresentadora e criadora do Programa Repórter Eco, exibido todos os domingos, às 21h, na TV Cultura (canal 2). Empresária, é proprietária da Corajosa Consultoria Idéias e Estratégias em Comunicação Consciente. Participa de programas na Rádio Capital, escreve para mais de 22 veículos de comunicação e ministra palestras. Flávia também é presidente da ONG Brasil Visão 2000 e conselheira da ONG ABTOS. Escreve mensalmente aos leitores do Newsletter Carreira & Sucesso, abrindo um espaço para reflexão.

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Fonte: Jornal Carreira & Sucesso
 
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MOTIVAÇÃO E PERSISTÊNCIA SÃO COISAS DIFERENTES

Renê Fernando Cardoso

"We’re never sold out" (Nunca estamos esgotados)
Joe Abruzzese
Presidente de vendas da CBS Television Network

Cinco dos melhores profissionais de vendas dos Estados Unidos foram recentemente entrevistados pela Revista Business 2.0 (God of Sales), e listaram as várias qualidades e características que julgam necessárias para ser um profissional bem-sucedido. Três delas se destacam e são comuns a todos:

Informação
Você sempre deve lembrar da regra dos 20 x 80, em que 20% dos seus clientes são responsáveis por 80% das suas vendas. Sendo assim, a informação mais importante é saber quem são os seus melhores clientes, os chamados usuários–líderes, ou ainda heavy–users, e, assim, procurar novos produtos para os seus atuais clientes em vez de novos clientes para os seus atuais produtos. Isso nos remete à segunda qualidade mais citada por eles.

Relacionamento
As organizações percebem que manter relacionamentos com seus clientes atuais é mais lucrativo do que buscar novos clientes. Hoje, mais do que nunca, você precisa destas pessoas, capazes de vender, que tenham a consciência que ao vender é preciso criar um vínculo com o cliente, caso contrário, ele atravessa a rua e compra de alguém que tenha o que ele procura.

Persistência
Segundo eles, é a qualidade que separa os profissionais de sucesso dos demais. A persistência é bem ilustrada nesta matéria por Joe Abruzzese, presidente de vendas da CBS Television Network, "É como nadar em um rio: se você parar de nadar, você pode afundar". Em tempos difíceis como este, você deve ser persistente, fazer o dobro de ligações, o dobro de visitas, enfim deve fazer sempre o máximo possível.

Como a persistência foi muito abordada pelos entrevistados, vou continuar escrevendo este artigo abordando o assunto com base em outras fontes.

A persistência é mais importante do que a motivação?

Muitas vezes sim, pois a motivação é aquilo que faz com que você queira algo e corra atrás dos seus objetivos, já a persistência faz com que você não desista. Existem muitas pessoas motivadas mas pouco persistentes, a quem popularmente chamamos de "fogo de palha".

Quantos começam um curso de idiomas, um regime, um projeto e, ao primeiro obstáculo, desistem?

Esta relação pode ser bem observada no filme "Homens de Honra", com Robert de Niro e Cubba G. Jr. O papel do jovem marinheiro vivido por Cubba Jr. traz em sua essência o que vem a ser persistência. Temos exemplos de persistência em nossas próprias vidas, especialmente no esporte, como a maratonista que chega sem nenhuma condição física no final da prova, mas mesmo assim a termina. Todos se lembram da cena, mas ninguém se lembra de quem venceu a prova.

Um outro exemplo ocorreu na Olimpíada de Sidney, quando um nadador africano bateu o record olímpico de "lentidão aquática", mas mesmo assim terminou a prova e teve seu esforço reconhecido pelo público, que o aplaudiu. A relação de exemplos seria imensa, entretanto, o importante é ter histórias pessoais e profissionais em que a persistência seja fator crítico para o sucesso.

Por que devo ser persistente?

Se ainda restar esta dúvida, lembre-se que a persistência confere a maior de todas as vitórias: a vitória pessoal, o sentimento de que você conseguiu aquilo que queria.

Você é a solução: acredite em você e faça a diferença!
 
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OTIMISMO É ARMA CONTRA EXCESSO DE ESTRESSE

* Ana Maria Rossi

Dois meninos são colocados numa sala. Um encontra o lugar repleto de doces, sorvetes e brinquedos. O outro fica numa sala coberta de esterco. Depois de algum tempo, alguém entra na sala e encontra um menino irritado. Ao perguntar-lhe como se sentiu, o garoto retruca que não tinha gostado, pois os doces o engordavam, o sorvete derreteria e os brinquedos eventualmente se quebrariam. Tudo péssimo. A seguir, entra na sala onde estava o outro menino e o vê entusiasmado, todo sujo de esterco, correndo de um lado para o outro. Com os olhinhos brilhando, grita: “puxa, com tanto esterco tem que haver um cavalo escondido em algum lugar.”

Esta história nos mostra que, para todos os efeitos, é melhor olhar o mundo pelo lado mais positivo. Pequenas ilusões tornam a vida mais agradável. E em contrapartida, pessoas pessimistas têm maior risco de desenvolver depressão e outras doenças, como câncer e problemas cardiovasculares. No dia a dia, elas também são menos produtivas. Pesquisa feita pela Universidade da Pensilvânia (EUA), com 120 homens que haviam tido um infarto, mostrou, após oito anos, que 80% daqueles que eram pessimistas morriam de um segundo ataque cardíaco, contra 33% dos otimistas.

Além de ser extremamente mais agradável trabalhar com alguém que encara a vida de maneira positiva, isso faz um tremendo bem para a saúde. O pessimista é aquele que passa a maior parte do dia, dentro ou fora do escritório, lamentando sobre a falta de tempo, de dinheiro, do desemprego, do excesso de tarefas, do chefe. E quando está realizando um trabalho em equipe, sempre dá o voto de que nada vai dar certo. É por isso que os pessimistas têm menor produtividade.

Claro que não é fácil dar a volta por cima do pessimismo crônico. Mas não custa tentar. Primeiro, em vez de praguejar sobre os eventos negativos, avalie a situação, racionalize os fatos e reestruture o pensamento irracional de maneira positiva. Aprenda a modificar atitudes autodestrutivas. Que tal começar a riscar do seu vocabulário palavras como “nunca” e “sempre”? Comece a imaginar as situações de maneira positiva. Se o relatório está complicado, que tal, ao invés de pensar “isso nunca vai dar certo” ou “por que eu sempre tenho que fazer este trabalho chato?”; substituir por pensamentos mais positivos, como “preciso me concentrar para que isso dê certo”.

As mudanças no dia-a-dia não acontecem por meio de grandes atitudes. Elas têm início, primeiro, dentro de cada um de nós: do pensamento, da ação interna para, então, a mudança do hábito. É assim que as coisas acontecem. A rotina de trabalho para quem deixa o pessimismo de lado fica muito mais leve, fácil e prática. Quem sai ganhando com isso é você e, claro, sua saúde.

* Ana Maria Rossi, Ph.D, é presidente da ISMA-BR, International Stress Management Association, Doutora em psicologia clínica e comunicação verbal, Mestre em Comunicação de Massas e Mestre em Psicologia, e representante no Brasil do National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH).

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Fonte: Jornal Carreira & Sucesso
 
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TRABALHANDO COM BOM HUMOR

* Eugênio Sales Queiroz

Com problemas sérios para resolver, reuniões para participar a todo o momento, problemas particulares, engarrafamento, fazer visitas a clientes exaltados, e ainda ter que trabalhar com bom humor. Essa é a rotina de muitos trabalhadores.

Porém, já ouvimos falar que quem trabalha com entusiasmo e procura manter um equilíbrio em suas tarefas diárias, progride muito mais do que a pessoa que executa seus trabalhos de maneira agressiva, tentando livrar-se dos problemas e não administrá-los melhor.

A diferença de um profissional feliz e de um profissional mal-humorado é que o primeiro leva em seu rosto um sorriso aonde quer que vá, enquanto que o segundo trabalha apenas por obrigação, não desenvolvendo sua auto-estima, por isso seus resultados nem sempre serão satisfatórios.

Ressaltamos também que todo e qualquer profissional que deseja prosperar em sua atividade deve aprender a lidar com seu bem-estar e procurar ser feliz enquanto executa suas tarefas e não apenas quando obtém sucesso em alguma tarefa concluída.

Ser feliz durante a caminhada prepara o nosso espírito para conquistas cada vez maiores, impulsionando-nos sempre rumo ao nosso objetivo.

Existem, porém, pessoas que adiam a felicidade, achando que só podem ser felizes quando atingirem seus objetivos. Mas quem pensa assim, com o tempo, vai descobrindo que a vida vai passando e que fica cada vez mais difícil ser feliz, pois felicidade é estado de espírito, daí nasce a necessidade de ser feliz durante o caminhar.

Agora, temos uma boa notícia para você que há algum tempo vem trabalhando desanimadamente. Uma recente pesquisa nos Estados Unidos mostrou que as pessoas que não tinham resultados positivos em seus trabalhos, e que procuraram desenvolver melhor sua auto-estima, num máximo de três meses, tiveram seu desempenho melhorado em mais de 80%, ou seja, quase dobraram seus rendimentos profissionais.

Neste instante você pode estar perguntando:

- "Existe alguma mágica para melhorar a nossa auto-estima?"
Mágica não, existem caminhos que nos levam a desenvolver uma auto-estima saudável, ajudando-nos a trabalhar com mais alegria e entusiasmo.

Eis aqui algumas dicas importantes para você ter uma vida profissional mais feliz:

1. Procure manter sempre um sorriso no rosto não só quando estiver alegre por algum motivo, mas quando sentir que a angústia, a tristeza e a tensão estiverem tentando tomar conta da sua mente.

2. Busque ajuda de pessoas que transmitam segurança e simpatia; essas pessoas têm consigo um poder contagiante que pode ajudá-lo a manter o seu equilíbrio emocional sadio.

3. Leia livros que inspirem sua mente e que de alguma forma ajudem-no a encontrar um sentido otimista para sua vida.

4. E sempre que puder procure fazer caminhadas procurando deixar sua mente livre e sossegada, a fim de que você relaxe um pouco, dando um sentido novo a sua vida.

Técnicas simples como essas têm o poder de ajudar-nos a mantermo-nos dispostos a enfrentar os desafios do dia-a-dia.
Ouse ser feliz desde agora e não espere que a felicidade chegue amanhã, afinal, amanhã é um dia que nunca chega.

* Eugênio Sales Queiroz é especialista em Comportamento Humano.
 
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